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Les gens

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Quand on est petit On crie On s’embrasse On tire les cheveux Toute suite on se donne les mains. Quand on est grand On dit des betises On pense qu’à nous On se cache On se ferme, pourquoi? Quand on est mors On pars seul On n’apporte pas des choses On a que des souvenirs. Comme des colletions de memoires. Aujourd’hui, Je t’aime Je t’écoute Je t’embrasse... Je ne veux pas partir... Avant de se fermer les yeux Il faut bien faire l’AMOUR.    

A Primavera chegou!

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ÁRVORES são flores                              quase gigantes                                                 que nos emprestam                                                                             a sua sombra.

Padre, père, father, tatinek... PAI

P de paciência, paixão, presença... A de AMOR... I de interesse, incondicional e inteiro... Desde sempre que o pai é o ascendente, aquele que veio antes e como figura masculina e de supostamente força, é o pilar que suporta os membros de uma família. A paternidade, é-nos por assim dizer, reconhecida pela nossa ancestralidade biológica, nomeadamente na sequência de um casamento, uniões de facto ou mesmo outras nomenclaturas e formas de coabitação mais modernas e atuais , como por exemplo, a adopção ou até as cientificamente aprovadas técnicas de reprodução medicamente assistida. Numa família típica ou dita normal , e passo a expressão, sem ofensa ou falta de reconhecimento por qualquer forma de família, - Todas são válidas, quando a essência está lá e aquilo que é importante se transmite. Como os VALORES, a EDUCAÇÃO e o AMOR. - o pai era pois o responsável pela educação e sustento de seus filhos, bem como, de toda a família. Hoje em dia, como em quase tud...

Alegoria da passa

Hoje comi uma passa. Comi uma, duas, muitas mais... e descobri que não há duas passas iguais! Comi uma passa, como quem come ouro. Como quem vê, cheira, escuta e sente REALMENTE a passa. Comia como se fosse a última, a única, AQUELA. E vivi a experiência, retirando dela algo MAIOR. Foi intenso e verdadeiro. Profundo e quase bonito. Por isso, posso dizer que hoje comi a MINHA passa. Eu podia ser uma daquelas pessoas que nem gosta de passas e que come apenas as tradicionais das doze badaladas que anunciam o novo ano que se aproxima.  Por superstição, talvez? Mas não. Eu gosto, eu ADORO aquele fruto pequenino e enrugado, que apenas a experiência de quem gosta realmente e come sem parar, pode permitir aprender que... enfim, muitas passas seguidas fazem mal!! Analogias à parte, depois destas passas nunca mais serei a mesma. Na certeza porém, de que continuo a adorar passas e que depois deste momento, sei um pouco mais sobre elas e sobre mim também. ...

Momento ao otimismo

POR A ESTRANGEIRA Sei que sou otimista, forte, corajosa e talvez até aventureira! Evidentemente que para mim ser tudo isso, se resume apenas a sair da minha zona de conforto. Coisa que tenho alguma dificuldade em fazer, claro! Imagine-se um  gatinho medroso  vestir o fato de rei leão e atacar o atrevido canino da vizinha que teima em roubar-lhe a fresca sombra... também não deve ser fácil, certo? Ás vezes sinto-me assim, tal e qual o 'gatinho medroso'. Só que as circunstâncias espicaçam-me  e fazem-me compelir para o derradeiro momento frente ao penhasco... na iminência do perigo e sentindo o vento rasgar-me o coração, fecho os olhos e quase sempre me deixo ir. Claro fique, que não o faço na forma abrangente dos termos, pois se pensam que salto de páraquedas de um avião ou subo o Evareste, estão bem enganados! Afinal, eu sou o  'gatinho', lembram-se?! Portanto e em caso de dúvidas, irei com a maré e depois... bem, depois farei o melhor que...

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Acho que há um título de um filme que testemunha o  'grosso'  daquilo que me consome. Uma simples frase: 'Um estranho em casa!' Talvez se vir o filme, a leitura difira da minha realidade. Mas a verdade é apenas e somente esta: foram quase oito anos. Pensando bem até foram mesmo. De Julho de 2009 a Julho de 2017, é igual a ... voilà! E se partir foi dificil, regressar provou da mesma moeda. Pois se dizem que escolhemos o caminho que fazemos, acho sinceramente que me enganei nas datas. Será que data para alterar aí o contrato?! Não? Eu sei. Era só uma dúvida!! Devia ser simples...  easy-peasy-lemon-squeezy!  Check  na lista dos afazéres concluídos e  done   na das dívidas saldadas! E posto esta quase extensa abordagem, o problema resume-se a:  "Sinto-me uma estranha em casa!" E agora?

Sassenach

Há um entra e sai de GENTE por todo o lado, que hoje se refinou ao termo expatriado.  Mas o emigrante partiu em busca de algo. O imigrante instalou-se num qualquer lugar do MUNDO, que não é seu. Uns suspiram pelo doce regresso a CASA, outros vivem no amargo saudosismo de uma TERRA a que um dia chamaram sua... Quem és tu  Sassenach ?